ela contem algo chamado Lemon (sexo entre homens) essa é mais explicita contem realmente senas de lemon.
A dona da fic chama-se Sthefany e bem...
qualquer trauma, a culpa é dela o_o
Os trechos de musicas são da banda nickelback musica Next go round
Disclamer: The GazettE não me pertence e todos os direitos reservados a PS Company.Fanfic ser qualquer finalidade lucrativa.
ela é da banda The Gazette. os
personagens principais são:
Matsumoto Takanori ou Ruki
Suzuki Akira ou Reita

Suspirei exasperado mais uma vez, rodava os canais da televisão e nada me chamava à atenção. Era quase um convite para que minha mente viaja-se e retomasse o assunto que há muito eu queria esquecer ou evitar pensar.
Eu estava cansado de ser visto sempre como o “ukezinho” da banda. Kai nunca era incluído em qualquer rumor de relacionamentos dentro da banda. Fãs e revistas de fofocas sempre filosofavam, se é que posso chamar isso de filosofar, sobre quem seria o ativo e o passivo entre Aoi e Uruha, mas eu era sempre o uke do Reita. Sempre!
Podia até ser realmente o uke na nossa relação, mas estava cansado de ser visto como a peça frágil de ambos, a peça que precisava de mais atenção, mais carinho e que era o menos másculo. Até Reita começava a me ver assim. Como uma peça mais frágil por estar em uma posição mais submissa.
Desliguei a televisão que estava sendo inútil naquele momento para logo em seguida ligar o rádio, eu realmente precisava me distrair não era bom ficar pensando que Reita me via apenas como uma mulherzinha que lhe saciava as tensões. A estação anunciava o nome da próxima música a qual não fiz questão de prestar atenção, pesquei algumas palavras só tendo noção de que não era uma banda japonesa.
Acordes pesados começaram a tocar, chamando minha atenção. Era como se a disputa entre as cordas da guitarra e do baixo com as batidas fortes da bateria fizesse meus pensamentos se dissiparem. Decidi prestar atenção na letra afinal era distração que eu queria, e estava conseguindo.
Eu quero fazer isso até o que o sol nasça
até nós dois estarmos felizes e suados, não podemos
levantar
Eu quero fazer isso até prestes a cair
enquanto estamos juntos isso nunca vai acabar
E quero ir até os vizinhos pra saber do que reclamam
por que dizem ouvir alguém gritando, e pensarem que
estamos fazendo algo ruim
Eu quero fazer assim por muito tempo ate seus pais
pensarem que você morreu
e chamar os policias, C.I.A até o F.B.I"
Senti-me em um desenho animado quando a ideia passou por minha cabeça, estava quase olhando para cima para ver se não tinha uma lâmpada em minha cabeça. Como uma forte onda, as palavras cantadas pelo desconhecido entravam em minha mente despertando ideias e planos sequenciais. Sorri inconscientemente ao ver as cenas se reproduzirem em minha mente. Mordi o lábio inferior de antecipação. Estava na hora de Reita perceber que sua “mocinha” cresceu.
***
Finalmente já estava tudo pronto e planejado. Havia passado alguns dias ignorando e fugindo de Reita para que ele sentisse falta de meus toques e que assim que o chamasse ele viesse correndo, como um bom cachorrinho deve vir quando seu dono o chama.
Havia ligado para ele horas antes me desculpado por tudo e contando que estava preparando uma surpresa e não queria que ele descobrisse nada e que estava na hora deve ver o que havia preparado para nós. Dava para ver que sua voz era um misto de curiosidade e alegria e que a minha era um misto de ansiedade e divertimento.
Estava quase na hora do lourinho chegar. Estava em meu apartamento todo especialmente decorado para aquela noite. Vestindo uma calça, não muito justa, de couro, mas que deixa evidente que não usava roupa de baixo e uma camisa branca levemente transparente e um pouco folgada com os dois primeiros botões abertos deixando exposto meu colo alvo e meu colar com uma cruz.
Arrumei meus cabelos mais uma vez em frente ao espelho da sala e retoquei a leve maquiagem que adornava meu rosto. Suspirei angustiado e olhei em volta, conferindo se todas as velas estavam acessas e as luzes apagadas ou em nível bem baixo. Peguei meus fones e ouvi mais uma vez a música que me deu inspiração para minha surpresinha. Cantarolei baixo acompanhando a voz que ditava as frases na música.
Sim, nós vamos adorar quando as luzes apagarem
espera, aqui vamos nós
sim, nós vamos até nossas pernas ir para todos os
lados
sim, nós vamos fazer até pendurados de cabeça pra
baixo
Vamos lá, para cima e para baixo
sim, nós estamos ficando pronto para a próxima rodada
Uma por uma nós vamos
Ouvi fortes batidas na porta e sorri de antecipação desligando o aparelho e largando dentro de alguma gaveta qualquer. Abri a porta rapidamente contemplando o loiro a minha frente. Regata preta, braços definidos expostos, calça meio justa e um sorriso safado adornando seu rosto. O ouvi gemer de antecipação ao me ver, o visual realmente deve ter o agradado porque antes que qualquer palavra fosse dita minha boca era invadida por sua língua habilidosa e apressada. Suas mãos foram direto ao meu quadril apertando, mostrando toda a sua ‘sutil’ possessão e desejo.
- Calma, Rei-rei. Vamos entrar afinal não queremos dar nosso showzinho no corredor. – Ele riu maliciosamente enquanto me comia com os olhos. Ao entrar no apartamento se surpreendeu ao ver a iluminação feita por velas e, mesmo antes dele concluir sua analise, o levei direto para o quarto, empurrando-o para a cama e o fazendo sentar com as costas apoiadas na cabeceira.
- Com pressa Taka? – Seu riso era divertido e sua expressão safada. Seus olhos demonstravam a vontade de me jogar naquela cama e me violentar até não aguentar mais.
- Você não imagina quanta Aki-chan. Mas hoje iremos brincar de uma forma diferente. – Seu rosto mudou de perversão para curiosidade.
- Ah é? E do que brincaremos?
- Sur-pre-sa – Me sentei em seu colo colando uma perna de cada lado de seu corpo e me esticando para pegar a garrafa de champanhe que estava no criado mudo. Seu sorriso de aprovação aumentou ainda mais quando comecei a encher as taças entregando uma a ele.
- Um brinde Rei-rei
- Ao que Ruki?
- A nós e a essa noite – Brindamos e virei a taça em uma golada só, ouvindo um riso vindo do loiro
- Ruki você sabe que cu de bêbado não tem dono não é? - Ri do modo safado com que ele disse isso e comecei a beijar seu pescoço, lambendo e marcando, mesmo que levemente, cada região dele. Minhas mãos trabalhavam habilidosamente em seu abdômen, acariciando e dando leves e curtas arranhadas. Voltei a beijar seu pescoço chegando a lateral dele dando inúmeros beijos. Os gemidos de satisfação mostravam que Reita estava gostando do serviço.
- Rei-rei. Qual é o meu nome? – Reita me olhou confuso e quando estava preste a perguntar o porquê daquilo mordi com certa força a região onde antes estava beijando ouvindo exatamente o que eu queria, ou quase.
- RUKIII!
- Resposta errada Rei-rei. Meu nome é Takanori e por errar a pergunta será castigado. – Reita ainda me olhava surpreso e ofegante pelo meu ato. Olhei prazerosamente a marca avermelhada que meus dentes haviam deixado em seu pescoço e mordi novamente só que do outro lado ouvindo novamente outro gemido alto de Reita. Sua distração era tanta que sequer percebeu seus braços serem algemados a cama.
- Taka o que pensa que esta fazendo? – Após prender seus braços me levantei da cama abrindo mais alguns botões da camisa e vendo seus orbes negros grudarem em mim.
- Você será castigado Rei-chan. Perguntei qual era meu nome é você errou. Agora aprenderá a ser um bom garotinho. – Novamente me estiquei até o criado mudo abrindo a gaveta, sem deixar Reita ver os brinquedinhos que ele iria usufruir aquela noite. Retirei um estilete vendo seu olhar congelar e inconscientemente meu sorriso se abriu de uma forma sádica. - Sabe Rei-kun – comecei a deslizar a lamina por cima de seu peito coberto pela regata. – Eu sempre te achei sexy de regata, mas você fica bem mais gostoso quando está sem nada – Com agilidade usei a lamina do estilete para rasgar a regata e deslizar pelo seu peito a mostra.
- Eu gostava dessa regata Taka! – o loiro choramingou de forma quase infantil.
- E eu gosto mais de você pelado gemendo o meu nome. – voltei a deslizar a lamina pelo seu peito, somente para ver sua reação perante o perigo, seu corpo se arrepiando e seus lábios segurando os gemidos. Era uma cena bem erótica de se ver. Desci rapidamente pelo seu corpo retirando seu cinto para logo em seguida puxar suas calça e sua cueca de uma vez, sem o mínimo de romantismo. Queria ver Reita ali a minha mercê. Nu e algemado, apenas esperando que eu brincasse com ele.
Ele não havia entendido ainda minhas intenções, para ele eu só o estava provocando para depois soltá-lo e deixar que me possuísse. Pobre Reita... Quanto mais tardasse a descobrir, mais sofreria. Ri internamente imaginando sua primeira vez como uke, lambi meus lábios já secos só de imaginar a cena. Abri lentamente os botões de minha camisa que ainda faltavam vendo o loiro me comer com os olhos. Sua ereção completamente ereta sendo esfregada contra meu corpo que estava sobre o seu.
Livrei-me da peça branca e me debrucei sobre ele invadindo sua boca de forma bruta e possessiva. Praticamente estuprava sua boca para mais tarde estuprar outras regiões também. Novamente ri sacana com meus pensamentos atiçando a curiosidade de Reita. Minhas unhas deslizavam por seu abdômen deixando vergões vermelhos devido à força dos toques enquanto isso meu Rei-rei se perdia entre gemidos e fortes suspiros.
Separei-me dele novamente, pegando a taça de champanhe e levando aos lábios derramando propositalmente parte do liquido sobre mim e, principalmente, sobre o loiro abaixo de mim.
- Opa – Vi a pele do loirinho se arrepiar com a temperatura do liquido e me abaixei começando a sorver o liquido ali. Lambendo e beijando seu colo e descendo rumo ao baixo ventre. Parei em seus mamilos lambendo e chupando cada um deles só me dando por satisfeito quando a região estava vermelha e inchada. A cada segundo ele conseguia ficar mais gostoso.
- Taka chega de me provocar, me solte e vamos nos divertir de verdade. – Uma voz autoritária soou pelo quarto e me fez olhar com deboche para ele.
- Te soltar? Só depois que eu terminar Rei-kun. Você ainda não percebeu que quem vai se divertir hoje é eu?
- Como assim Takanori? Me solte! Não estou mais gostando disso. – Pena que seu corpo o denunciava e dizia exatamente o contrário. Prova disso era a enorme ereção que pedia para ser tocada e estimulada ainda mais.
- Rei-kun hoje é a minha noite. Você só ficará ai algemadinho e aproveitando. Você será o meu u-k-e. Todinho meu. – Reita começou a se mexer tentando se livrar das algemas, inúmeras palavreados e grunhidos escapavam de sua boca enquanto eu somente ria da situação. Frases como “Ruki eu te mato” e “Me solta agora seu demônio em forma de gente” foram repetidas inúmeras vezes e até que ele parasse por cansaço, fiquei ali observando e rindo de sua cara.
- Ruki, por favor. – Sua expressão era de desespero e para ele estar pedindo ”por favor” era porque ele realmente estava em desespero. Sua vingança não seria nada doce.
- Aproveite e grite bastante Reita. Hoje te farei enlouquecer. – Dizendo isso, peguei um pano e amordacei em sua boca. Só queria ouvir gemidos de prazer, reclamações me irritavam. Para completar a cena coloquei o toque que faltava para me fazer perder o juízo. Uma coleirinha com meu nome. Reita estava perfeito daquele jeito.
Fui em direção ao seu baixo ventre e comecei a lamber a parte interna da sua coxa, sempre tendo cuidado para nunca tocar o membro. Minhas unhas arranhavam suas coxas o marcando ali também. Reita se contorcia mais por prazer do que para escapar. Modéstia a parte, minha boca poderia fazer milagres e eu sabia como usar esse dom com Reita.
Comecei lentamente a lamber a glande rosada como se fosse o mais doce pirulito do planeta. Em um movimento ainda mais lento, desci lambendo a extensão do membro só querendo o ouvir gemer. Voltei a lamber a extensão, dessa vez em direção a glande para abocanhar o membro e começar com o típico movimento de vai e vem. Movia-me bruscamente usando somente força e velocidade, nada de romantismo ou delicadeza, meus dentes roçando na pele sensível, minha língua pressionando sua glande e minhas mãos trabalhando habilidosamente em suas partes inferiores.
-Gostando Rei-chan? – Sua imagem era o suficiente para me levar ao orgasmo, mas me contive. Sua cara enfezada tentava a todo custo não demonstrar o prazer latente que crescia dentro de si. Ele morreria, mas não admitiria que estava gostando de tudo aquilo. Voltei a “trabalhar” em seu membro, ouvindo alguns gemidos que escapavam da mordaça. Minha boca já começa a ter o gosto do pré-gozo de Reita sinal que estava na hora de parar. Levantei-me ouvindo um longo gemido de frustração.
Coloquei-me de pé sobre a cama, dando a Reita uma visão privilegiada de qualquer parte do meu corpo. Lentamente comecei a acariciar meu abdômen, meus dedos passeando por cada pedacinho do meu corpo até chegar à calça. Um botão de cada vez e uma lentidão absurda faziam Reita se contorcer e novamente ter um acesso de raiva para tentar se libertar das algemas. Ignorando todo o movimento abaixo de mim, retirei minha calça ficando completamente nu, afinal não usava roupa de baixo, senti meu baixo ventre receber mais uma forte pontada só vendo o olhar de Reita sobre mim. Parecia um animal que quando se soltasse da coleira iria me atacar. Esses pensamentos me fizeram, inconscientemente, começar a me tocar, fazendo mais um showzinho particular para Reita que observava aflito eu gemer seu nome enquanto brincava com meu membro.
- Reitinha finge que é o seu membro aqui. Finge que eu to te masturbando gostoso vai. – Ele gemia e tentava sem sucesso se livrar das algemas ou da mordaça. Como era divertido ver o “seme” ali tão indefeso e submisso. Como era excitante ver o meu homem agora ficar ali a mercê dos meus fetiches.
Continuei a me tocar cada vez mais rápido, gemendo o nome de Reita e falando obscenidades que só faziam aquelas orbes negras se encherem ainda mais de luxúria. Sentia-me pronto para o gran finale, mesmo que minha vontade fosse de continuar a torturar meu loiro. Diminui a velocidade dos movimentos e me sentei em seu peitoral me aproximando de sua boca e sussurrando sensualmente.
- Se eu tirar a mordaça vai ser um bom garoto e se comportar? – Ele assentiu com a cabeça e minha mão retirou a mordaça, deixei-a por perto, caso ele mentisse. Não me preocupei em dar tempo para ele respirar e voltei a masturbá-lo, ouvindo um gemido rouco.
- Preparado Rei-rei?
- Taka..
- Você vai gostar Rei-kun. Eu prometo. – Dei um rápido beijo em sua boca e me posicionei entre suas coxas. Novamente abri a “gaveta da diversão” e peguei um lubrificante. Lentamente comecei a estimular sua entrada junto do liquido, sentindo-a tensa e retraída pela situação. Ele continuava a tentar soltar seus braços da algemas, mas não gritava mais. Provavelmente havia se conformado ou não queria novamente a sensação sufocante da mordaça.*
Introduzi o primeiro dedo vendo sua expressão se alterar pelo incômodo. Sabia como era a sensação de estar sendo penetrado e o que fazer para aquilo rapidamente se transformasse em algo agradável, já que eu era o uke sempre. Introduzi o segundo vendo seu desconforto aumentar e suas reclamações começarem, porém comecei a mexer lentamente os dedos lhe mostrando como aquilo poderia ser prazeroso. Logo sua expressão tinha menos incômodo e mais prazer, voltei a provocar seu membro somente fazendo meus dedos passearem por sua virilha, coxas e umbigo. Comecei a brincar mais seriamente com ele, ouvindo novamente os gemidos que tanto adorava e meu nome saindo de forma fraca e prazerosa.
- Rei-chan você quer mais? – parei todos os movimentos e retirei os dedos, deixando seu corpo novamente abandonado.
- Taka .. eu não agüento mais...me sol... – um forte estralo foi ouvido e vi a marca avermelhada que meu tapa havia deixado em sua coxa.
- Só responda a minha pergunta Reita. Você quer que eu te coma ou não?
- Que...quer – Sua voz era baixa e cortada pela respiração alta. Dei um novo tapa em sua coxa vendo a pele se avermelhar ainda mais.
- QUER OU NÃO QUER AKIRA?
- Quero.
- Pede – sorri maliciosamente vendo seu rosto corar e seu orgulho quase se desmanchar ali na minha frente.
- Taka.Me...me – apertei fortemente seu membro dando o incentivo que precisava vindo da melhor forma possível. Com um gemido – come agora.
Abri suas coxas e forcei sua entrada aos poucos cedendo espaço para meu membro. Reita gemia de dor, mas eu sabia o que ele estava sentido e sabia que aquilo iria passar em breve. Voltei a usar a força para conseguir penetrar aquele corpo quase todo marcado por mim. Ao alcançar meu objetivo gemi de prazer e o loiro de dor.
- Vamos, Reita, eu aguento isso toda vez. Você também pode. Mostra pra mim o que você sentia sempre que eu começava a rebolar e fazer você gritar. Mostra Rei-rei. – Atendendo o meu pedido ele começou a se mover lentamente, quase me fazendo desfalecer de prazer. Comecei a investir contra ele, nossos corpos se chocando e intoxicando o quarto com nosso cheiro.
- Grita Rei-kun. Mostra pro vizinhos que tem alguém sendo torturado aqui mostra. – estoquei mais forte procurando o ponto que tanto me dava prazer e que também daria ao meu loiro. Acertei sua próstata, fazendo-o urrar como havia mandado.
- RUKI!!!!
- De novo Reita. – Acertei novamente o ponto, ouvindo os gritos e gemidos cada vez mais altos. Reita estava totalmente entregue, obedecendo minhas ordens e se contorcendo de prazer. Voltei a dar atenção ao seu membro que já deveria estar dolorido. Nossas respirações ficando mais altas, movimentos mais rápidos e intensos, gemidos mais prazerosos.
- Ruki eu não..eu não... – Coloquei seu membro na boca enquanto voltava a acertar seu ponto repetidas vezes esperando sentir seu gosto em minha boca. A prova do seu prazer consumado por mim. Sentia que estava perto e só havia um jeito para terminar aquilo. Continuei estocando mais forte alcançando cada vez mais fundo, me estiquei sobre o loiro já suado abaixo de mim.
- Aishiteru. – Beijei sua boca intensamente sendo correspondido enquanto chegava ao ápice do prazer e do amor.
Ficamos ali deitados, tentando nos recuperar. Só me dei o trabalho de retirar suas algemas para poder me aconchegar em seus braços e aproveitar o maior orgasmo da minha vida. Não sabia qual seria sua reação depois disso, mas agora não era hora de pensar nas conseqüências.
***
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